Mostrando postagens com marcador prática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prática. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de novembro de 2014

IDEAIS DE PROJETOS SOCIAIS ATRAVÉS DA PRÁTICA INCLUSIVA


Cada vez mais cresce a importância do Esporte como ferramenta de inclusão social. E aliado a educação, realmente funciona como ferramenta de inclusão.Na busca de soluções práticas de combate à criminalidade juvenil, e procurando resgatar a cidadania e promover a inclusão social dos jovens em situação de risco, surgiu o esporte à meia noite, um projeto da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. O horário de funcionamento dos centros esportivos parece inusitado, mas têm uma justificativa, os idealizadores do projeto constataram que era justamente entre as onze e duas da manhã que ocorria a maior parte dos crimes na região. O projeto, que começou em 1999 na cidade satélite de Planaltina no Distrito Federal, onde o índice de criminalidade era altíssimo entre os jovens. Segundo dados da Secretaria de Segurança de Distrito Federal, houve em Planaltina uma redução de 20% dos crimes e setenta e cinco participantes do projeto já foram capacitados em cursos profissionalizantes de informática, massagem, auxiliar administrativo, instalado de TV a cabo, entre outros. 
Existem outros projetos espalhados pelo Brasil. Dentre eles, o que vem tendo destaque é o movimento do streetball, ou basquete de rua, que tem atraído milhares de fãs em todo o Brasil. Em Ceilância, cidade satélite do Distrito Federal, grupos de jovens se reúnem para treinar e participar de competições em que as regras são do basquete de rua dos Estados Unidos. Para eles, o basquete
de rua já um “meio de vida”.

Em Iranduba,na Amazonas, o basquete foi usado como meio de inclusão social de crianças e jovens no município, que faz parte do Programa Ciência na Escola (PCE) e tem como principal objetivo favorecer aos jovens pesquisadores a prática desportiva como forma de iniciativa que privilegie o ensino prático do basquetebol, como alternativa de instruir e aliar a sua prática ao desenvolvimento da cidadania e do convívio social, aprimorando assim o esporte como forma cultural.
O basquete foi criado com a finalidade de integrar os alunos, promover a inclusão social, utilizando o esporte como instrumento para alcançar esses objetivos. O basquete é um esporte diferente de outros de quadra, é mais ativo, pois todos os jogadores atacam e defendem, estão todos correm bastante o basquete incentiva a socialização por ser um esporte de grupo onde todos devem colaborar para o time vencer.
O esporte é um poderoso utensílio de desenvolvimento humano. A boa técnica esportiva educa, proporcionando saúde, disciplina, cidadania, valores éticos, entre outros. De acordo com o coordenador responsável do projeto o basquete “Estimula valores como respeito ao próximo sabendo ganhar e perder, honestidade e cumprimento das regras, capacidade de superar desafios. Trabalha ainda o lado psíquico onde o atleta deve pensar rápido e usar o raciocínio para criar jogadas e se antecipar nas ações do adversário”, afirmou.
O projeto destina-se a atender alunos do ensino fundamental e médio no período inverso ao escolar, através da prática esportiva desde que estejam matriculados e com frequência escolar satisfatória.
            http://www.blogportaliranduba.com/2013/06/basquete-como-inclusao-social-de.html, adaptado.


          

O BASQUETE ABRINDO PORTAS

Projeto ensina basquete a crianças em Bauru (SP).

PASSO A PASSO: COMO CONDUZIR UMA AULA PRÁTICA.


Para Uma boa condução de aula prática de qualquer modalidade de esporte, esta precisa ter um foco, e nesse post ensinaremos um plano de aula específico para o basquete.
Objetivo(s)
- Aprender fundamentos práticos e teóricos do basquete.
Conteúdo(s)
- Princípios técnicos e táticos do basquete.
- Regras e história da modalidade.
Séries: 6º, 7º, 8º, 9º anos.
Tempo estimado
Três aulas.
Material necessário
Bolas de basquete (cheias e murchas), coletes de duas cores e cópias do texto disponível no site How Stuff Works.
Desenvolvimento

1ª etapa
Inicie avaliando os conhecimentos da turma. Quem assiste a partidas na TV ou em ginásio? Qual o objetivo do jogo? Quais regras são conhecidas? Que tipo de contato pode ser feito com o adversário? Como a bola é conduzida?

2ª etapa
Distribua o texto informativo e enfatize que o esporte nasceu para desenvolver a agilidade e a resistência, qualidades difíceis de serem exercitadas sob o rigoroso inverno do Hemisfério Norte, onde foi criado. Faça a leitura coletiva, esclareça dúvidas e analise com os alunos o posicionamento e as características dos jogadores. Levante questões: jogadores baixos podem atuar como pivôs? Ou mesmo como alas? E os altões, podem ser armadores? Destaque a rígida relação entre o domínio de fundamentos e a posição em quadra: armadores devem driblar, alas têm de arremessar de média e longa distâncias e pivôs precisam disputar rebotes e arremessar de curta distância. Peça que cada um monte uma lista e distribua os colegas, meninos e meninas, nas posições. Eles devem levar em conta a estatura, a velocidade, a agilidade e a habilidade dos colegas.

3ª etapa
Drible: divida a turma na quadra e dê bolas para uma parte dos estudantes. Os que estiverem com elas devem controlá-las, driblando em um espaço combinado, enquanto os demais tentarão roubá-las. Quem perder a posse ou sair do espaço delimitado cede a bola. Estipule um tempo máximo de posse e vá trocando a função.

4ª etapa
Jogo dos passes: divida a turma em duas equipes e entregue a elas uma bola murcha, para que o passe seja uma alternativa mais eficiente. Reforce que a regra não permite andar com a bola na mão - o pé de apoio tem de ficar imóvel. O objetivo é que a bola seja passada entre os companheiros de equipe para tentar uma cesta, como num jogo. Após o arremesso ou em caso de perda da posse, as equipes trocam de lugar.

5ª etapa
Arremessos: perfile a turma na linha de lance livre e explique a mecânica dos arremessos.
1) Com uma das mãos - Partindo da posição fundamental, com o peso do corpo na perna da frente e a bola na altura do peito, o jogador flexiona as pernas simultaneamente à elevação da bola acima da cabeça com ambas as mãos, sendo que uma determina a direção e a outra a impulsão.
2) De bandeja - Arremesso feito em movimento em direção à cesta.
3) Jump - O jogador dribla em direção à cesta e para numa posição de equilíbrio, flexiona as pernas, salta, elevando a bola acima e à frente da cabeça com ambas as mãos, e executa o arremesso no momento mais alto do pulo. Divida os estudantes em quatro grupos e coloque três deles para praticar os arremessos. O último vai disputar o rebote. Alterne as posições para que todos executem as diferentes tarefas.
Avaliação
Retome a lista dos alunos sobre a posição mais adequada para os colegas. As expectativas foram confirmadas? Por quê? A moçada deve se dar conta de que não há uma relação direta entre habilidade e altura ou força e precisão.