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domingo, 16 de novembro de 2014

Defesa do basquetebol: uma abordagem técnica, táctica e de ensino-aprendizagem.


Defesa do basquetebol: uma abordagem técnica, 
táctica e de ensino-aprendizagem

O BASQUETE FORMANDO CIDADÃOS.





O esporte tem grande importância na formação de uma sociedade mais justa. Dar oportunidade às crianças a uma iniciação esportiva é uma forma de educar, e, quando se fala em educação através do esporte, no nosso caso o basquete, da teoria para a prática, os pilares fundamentais do ensino são colocados no jogo de forma muito fácil. Ao introduzir os conceitos deste jogo tão simplório, porém cheio de complexidades, permite-se que os jovens aprendam e pratiquem o basquete. Sendo um esporte coletivo, ele propicia, também, a socialização de quem participa, ensina a viver e conviver junto, aos iniciantes, o basquete traz a lição do compartilhar, e principalmente, o despertar de uma criança para um ser cidadão.

Cada vez mais cresce a importância do esporte como ferramenta de inclusão social. Mesmo que tenha como princípio o desenvolvimento físico e da saúde, serve também para obtenção de valores sociais. E aliado a educação, realmente funciona como ferramenta de inclusão, como acontece nas universidades 
americanas e Espanha(nos últimos anos), obtendo sucesso na formação de estudantes e atletas. Esses esportes, tiram crianças e jovens das ruas, que muitas vezes estão incluídas em um cenário de drogas e roubo, e a inclusão destes aos esportes, dá oportunidade a esses jovens a buscarem um outro caminho, buscarem a paixão pelo esporte e construir um caminho de vitórias.

TRABALHANDO A PREPARAÇÃO FÍSICA EM CLUBES E ESCOLINHAS DE BASQUETE.



Condicionamento é fundamental em qualquer esporte, mas quando se trata de basquete, as equipes melhor condicionadas são geralmente as melhores. Dedicar um tempo fora da temporada para treinar vai aumentar a quantidade de energia que você tem durante os jogos. Estes exercícios podem ser feitos em séries de cinco minutos e levam cerca de 30 minutos para realizar.

                                                                                             Abdominais com bolas
Faça com que todas fiquem em duplas. Alinhe os pares para que as atletas fazendo os abdominais estejam de frente umas para as outras. Uma bola é dada para cada grupo de quatro, duas irão segurar os pés, enquanto as outras duas fazem o exercício. Depois de fazer um abdominal, uma das garotas irá sentar com a bola e jogá-la para o outro grupo. Jogue a bola para trás e para a frente durante a execução de abdominais por um minuto. Isto vai ensinar a coordenação entre olhos e mãos e também fortalecer os músculos.



Obstáculos
Compre ou faça 10 obstáculos com 30 cm de altura. Coloque-os a cerca de 60 cm de distância um do outro em uma linha e divida as jogadoras em dupla. Uma das atletas fica responsável de driblar com os pés e passar a bola para trás e para a menina que está pulando por cima de cada obstáculo na lateral. A menina pulando sobre obstáculos deve manter a cabeça para cima, pegar a bola e jogá-la de volta para a garota driblando. Este exercício desenvolve pés rápidos, coordenação do olho com a mão e resistência.


Corrida nas escadas
A primeira série será correr para cima e para baixo em um longo lance de escadas ou nas arquibancadas em um ginásio. Mantenha um ritmo consistente e, se possível, use coletes com pesos, o que irá acelerar o treino.


                                                                                             Corrida de ida e volta
Ajeite três cones, um no início da linha do meio, um na linha de lance livre e o último na linha de três pontos, todos alinhados com a cesta. A menina começa o exercício na linha inicial, corre para a de lance livre tocando o cone, corre de volta para a linha do meio tocando o cone e corre todo o caminho até a linha de três pontos para tocar o cone, correndo tão rápido quanto possível. O treinador então passa uma bola de basquete para completar com uma bandeja na velocidade máxima.
Drible defensivo

Alinhe o time na linha do meio. Ensine-as o drible defensivo adequado ao estabelecerem um baixo centro de equilíbrio, seguido por elas driblando rapidamente, mantendo suas mãos e joelhos dobrados. Faça este exercício como uma brincadeira de estátua. Apite uma vez para iniciar a corrida com força total e apite novamente para detê-las a qualquer momento para verificar a sua posição e técnica. Isto vai ensinar uma postura defensiva adequada, além de condicionar as pernas.


Fonte:

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DO BASQUETE EM CLUBES E ESCOLINHAS.

Na história do ensino do jogo foram aparecendo um conjunto de métodos de ensino, muitos dos quais provenientes do ensino em geral.

Vamos aqui fazer um breve historial crítico desses métodos.

O método com maior dominância no ensino do basquetebol, principalmente a partir do momento em que o ensino se começou a sistematizar é o método analítico. Um dos problemas do uso exclusivo deste método na aprendizagem do basquetebol é o fato de que ele apenas pode fazer aprender alguns aspectos delimitados desse todo que é a capacidade de jogo. Geralmente, só a capacidade de execução de um gesto, em condições estritamente delimitadas, é tratada. Ficam por desenvolver muitos outros aspectos de que depende a capacidade de jogar. E isso acontece pois o método analítico, pela sua natureza, despe a execução dos gestos e movimentos das condições da sua utilização em situação de jogo.
Por outro lado, já há muitos anos que este método, e principalmente a sua utilização exclusiva, são responsáveis pela baixa da motivação dos jogadores, principalmente dos mais jovens.
No caso do basquetebol, especialmente, mas também a respeito do handebol, podemos ler coisas como estas:
“O estudo puramente analítico dos principais gestos técnicos permite melhorar rapidamente as relações jogador-bola, mas somente quando as consideramos as duas isoladamente.
De fato, recolocados no jogo, o jovem jogador é incapaz de aí utilizar a técnica correta que ele pode adquirir fora das condições do jogo, mesmo se ele consagrou um tempo relativamente grande à prática da técnica.
É por isso que consideramos que é indispensável basear toda a iniciação primeiro no jogo. Este é, além disso, a atividade que as crianças gostam mais e, praticamente, as crianças aprendem a jogar jogando, e frequentemente jogando sozinhas.
Todavia, afim de aumentar os progressos e a sua rapidez, o educador procura intervir no jogo. Este torna-se “jogo dirigido””. (Listello, 1959)